ASPECTOS PRELIMINARES SOBRE O USO DA REDE COLABORATIVA DE INFORMAÇÕES NA PREVENÇÃO E REPRESSÃO QUALIFICADA AO CRIME
Palavras-chave:
Inteligência de segurança pública, Prevenção e repressão qualificada, Rede colaborativa, CrimeResumo
Dentre as adversidades enfrentadas pela sociedade contemporânea destaca-se a escalada da criminalidade violenta. Esse fenômeno intranquiliza o cotidiano das pessoas e ameaça a paz social, por isso, exige iminente resposta do Estado na adoção de ações eficazes de controle desse fenômeno a fim de restabelecer um ambiente seguro e harmonioso para se viver. A presença ostensiva do policial militar junto da sociedade, diariamente, nas vinte e quatro do dia, permite a formação da rede colaborativa de informação, composta por pessoas que convivem na comunidade e que colaboram com informações relevantes para o enfrentamento ao crime. O presente artigo busca indicar proposta de estratégia de utilização da rede colaborativa de informações como um método proporcional a ser utilizado na produção de conhecimento de Inteligência de Segurança Pública na prevenção e repressão qualificada ao crime.
Downloads
Referências
AVELAR, Herbert Ferreira Lanza. Análise dos registros de homicídios dolosos consumados no município de Sete Lagoas/MG nos anos de 2011, 2012 e 2013. Belo Horizonte, 2014. Monografia apresentada ao Curso de Pós-Graduação Lato Sensu de Especialização em Segurança Pública – Academia de Polícia Militar/PMMG em parceria com Fundação João Pinheiro.
AZEVEDO, Ana Luísa Vieira de; RICCIO, Vicente; RUEDIGER, Marco Aurélio. A utilização das estatísticas criminais no planejamento da ação policial: cultura e contexto organizacional como elementos centrais à sua compreensão. Ci. Inf., Brasília, v. 40, n. 1, p. 9-21, Apr. 2011. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo. php?script=sci_arttext&pid=S0100-196520110001 00001&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 22 fev. 2017.
BRASIL. Ministério da Justiça. Secretaria Nacional de Segurança Pública. Doutrina Nacional de Inteligência de Segurança Pública. Brasília, 2009.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Rideel, 2013.
CARDOSO JÚNIOR, Walter Félix. Inteligência empresarial estratégica. Tubarão: Ed. Unisul, 2005.
CEPIK, Marco A. C. Espionagem e democracia. Rio de Janeiro: FGV, 2003.
FERRAZ, Claudio Armando. Crime organizado: diagnóstico e mecanismos de combate. Rio de Janeiro: ESG, 2012.
GARCIA, Anderson Aparecido dos Anjos. A técnica de entrevista na investigação criminal: implicações para a área de inteligência. In: Inteligência de segurança pública: teoria e prática no controle da criminalidade / Priscila Brandão e Marco Cepik, organizadores. Niterói, RJ: Impetus, 2013.
GONÇALVES, Joanisval Brito. Atividade de inteligência e legislação correlata. 4. Ed. Niterói/RJ: Impetus, 2016.
MITNICK, Kevin; SIMON, William. A arte de enganar. Tradução de Kátia Aparecida Roque. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2003.
MOLINA, Antônio Garcia Pablos de; GOMES, Luiz Flávio. Criminologia: introdução a seus fundamentos teóricos. 3. ed. rev. e atual. São Paulo. Revista dos Tribunais Ltda. 2000.
NUNES, Pedro. As fontes humanas dos serviços de informação. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa. Faculdade de Direito. Centro de Investigação sobre Direito e Sociedade, 2015.
PACHECO, Denilson Feitoza. Inteligência, segurança e direito: políticas e operações de inteligência. Belo Horizonte, 2012. Relatório de Pesquisa Pós-Doutoral apresentado ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais.
SILVA, José Eduardo. Firewall humano: o elo frágil da segurança corporativa. Belo Horizonte. Centro Universitário Newton Paiva/Escola Superior do Ministério Público de Minas Gerais, 2012.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2024 VIGILANTIS SEMPER - Revista Científica de Segurança Pública - e_ISSN 2764-3069 | ISSN 2764-5908

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.



