https://www.revista.pm.rn.gov.br/index.php/revista/issue/feedVIGILANTIS SEMPER - Revista Científica de Segurança Pública - e_ISSN 2764-3069 | ISSN 2764-59082026-06-30T00:00:00+00:00 João Batista da Silva - Editor Chefejbsbrown@yahoo.com.brOpen Journal Systems<p>A Vigilantis Semper, Revista Científica de Segurança Pública (RCSP), da Polícia Militar do Rio Grande do Norte (PMRN), é um periódico semestral, cuja articulação e sua rede de difusão objetivam fomentar as boas práticas e compartilhamento de experiências com as agências policiais nacionais e estrangeiras, bem como instituições de ensino superior e a sociedade civil no campo das Ciências Policiais e políticas de segurança pública.</p> <p><br />A RCSP/PMRN tem por objetivo produzir reflexões acerca do saber teórico e prático envolvendo modelos gerencias administrativos e operacionais, por meio da difusão de pesquisas e experiências de atividades de defesa social, ciências e tecnologias que possam ser aplicadas à atividade de segurança pública, além da divulgação de práticas exitosas das instituições de segurança pública no Brasil e no mundo.</p> <p>A denominação da Revista, em latim, Vigilantis Semper, deu-se a partir da busca por uma expressão que evidenciasse a essência da mais antiga instituição de segurança pública do estado do Rio Grande do Norte.</p> <p>O lema Vigilantis Semper foi adotado pela PMRN, em 1980, quando da criação do Brasão de Armas da PMRN, pelos oficiais (tenentes à época) Carlos Adel, Valdenor Felix e Paulo Frassatti.</p> <p>Por ocasião da primeira participação de um integrante da PMRN na "Missão de Paz" da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1994, em Angola, aquela instituição solicitou formalmente que lhe fosse remetida a descrição heráldica do referido brasão, com o lema Vigilantis Semper, que foi elaborada pelo tenente PM Frassatti e enviada à ONU.</p> <p>Por não haver sido encontrado registro em documentos acerca destes fatos, este relato histórico foi prestado pelos coronéis reformados da PMRN, Valdenor Félix da Silva e Paulo Frassatti de Oliveira.</p> <p>Em sua tradução livre, Vigilantis Semper pode ser entendido como sempre vigiando ou observando. De certa forma, os agentes de segurança pública, em especial os policiais militares, têm essa característica de sempre vigiar, de estar sempre atentos às necessidades e às damandas da população acerca de sua segurança.</p> <p><strong>Avaliação CAPES (2021-2024)<em>:</em></strong></p> <p>Em sua primeira avaliação <em>Qualis Periódicos</em> da CAPES (2021-2024), na sua versão <em>on line</em> (e-ISSN - 2764-3069) e também na impressa (ISSN - 2764-5908), a <em>Vigilantis Semper</em> <a href="https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf" target="_blank" rel="noopener">obteve a avaliação B4</a>, na área de conhecimento <em>Administração Pública e de Empresas, Ciências Contábeis e Turismo.</em></p> <p><strong>Dossiê Sistema de Proteção Social dos Militares</strong></p> <p>Considerando a atual e significativa demanda da temática Sistema de Proteção Social das instituições militares estaduais e também federais, esta edição também será composta de um Dossiê na respectiva temática, que será organizado pelos professores doutores, Major PMRN Leonardo Oliveira Freire, Tenente-Coronel PMRN João Batista da Silva e Coronel PMSC Nazareno Marcineiro.</p> <p>Os trabalhos deverão ser submetidos com o título antecedido do termo Dossiê Sistema de Proteção Social dos Militares e devem levar em consideração, entre outras legislações a Lei Complementar nº 692/2021, do Rio grande do Norte <a title="https://www.al.rn.leg.br/storage/legislacao/2022/70y8ywtqaxzc26piqmfog61p5jaeap.pdf" href="https://www.al.rn.leg.br/storage/legislacao/2022/70y8ywtqaxzc26piqmfog61p5jaeap.pdf">(https://www.al.rn.leg.br/storage/legislacao/2022/70y8ywtqaxzc26piqmfog61p5jaeap.pdf)</a> e de outras unidades federativas, bem como federal (se for o caso), assim como os parâmetros gerais da Constituição Federal e da Legislação Federal.</p> <p>As submissões para o Dossiê Sistema de Proteção Social dos Militares devem atender ao formato do item 3.2.</p> <p>Os critérios para estrutura e formatação dos arquivos (templete), normatizações para seleção, submissão, avaliação, envio dos trabalhos e demais informações seguirão os termos descritos na página oficial da Vigilantis Semper, com acesso pelo link: <a title="http://www.revista.pm.rn.gov.br/index.php/revista/about/submissions." href="http://www.revista.pm.rn.gov.br/index.php/revista/about/submissions.">http://www.revista.pm.rn.gov.br/index.php/revista/about/submissions.</a></p> <p> </p>https://www.revista.pm.rn.gov.br/index.php/revista/article/view/161O POLICIAMENTO COMUNITÁRIO NA PRÁTICA2024-11-25T16:56:59+00:00Leon Denis da Costaleondenis1978@gmail.comSérgio Rosa Mendes da Silvasergiormds@gmail.com<p>O objetivo deste trabalho foi estudar as metodologias usadas pelos comandantes de unidades para planejar operacionalmente as visitas comunitárias e solidárias na região metropolitana de Goiânia-GO. Busca-se saber como os Comandantes tem gerido as atividades de visitas comunitárias e solidárias realizadas pelos policiais militares. Daí, surge como indagação principal, saber qual é a metodologia adotadas pelos Comandantes de Unidades para planejar as visitas? Estariam estas visitas seguindo uma diretriz ou plano do Comando da Unidade ou aleatoriamente conforme o planejamento da guarnição no dia de serviço? A metodologia adotada foi uma pesquisa com abordagem qualitativa e quantitativa, com a geração de dados estatísticos e gráficos. Aplicou-se um questionário <em>online</em> encaminhado aos comandantes de 13 batalhões da área metropolitana, bem como a coleta dos registros de atendimento integrado das naturezas de visitas comunitárias e visitas solidárias. Os resultados indicam que cada a maior parte dos comandantes não tem uma metodologia para gerir as visitas comunitárias, havendo experiências positivas para gerir o serviço. A previsão de metodologias de gestão do policiamento comunitário no Procedimento Operacional Padrão pode ser uma alternativa viável.</p>2026-06-30T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 VIGILANTIS SEMPER - Revista Científica de Segurança Pública - e_ISSN 2764-3069 | ISSN 2764-5908https://www.revista.pm.rn.gov.br/index.php/revista/article/view/209INSIGHTS COMPORTAMENTAIS E A EXECUÇÃO PENAL: 2026-03-10T15:15:01+00:00Karine Symonir de Brito Pessoakarine.symonir@gmail.comFelipe de Menezes Pereirafelipereira.m@gmail.comHenrique Baltazar Vilar dos Santoshenriquebaltazar@tjrn.jus.brPatricia Gondim Moreira Pereirapatriciagondim@tjrn.jus.br<p style="font-weight: 400;">Este artigo apresenta uma proposta de aplicação de ciência comportamental à execução penal, desenvolvida como exercício prático no contexto de um curso de curta duração denominado “In<em>sights Comportamentais Aplicados à Gestão e Inovação no Poder Judiciário”</em>, promovido pela Escola da Magistratura do Rio Grande do Norte (Esmarn) em 2024. A experiência resultou na formulação de uma proposta de intervenção experimental voltada à melhoria do preenchimento da Guia de Execução Penal (GEP), identificada como um gargalo crítico na tramitação processual e na efetividade da execução penal. O trabalho partiu da observação de padrões de comportamento institucionais e da análise de fluxos operacionais, propondo soluções de baixo custo e centradas no usuário - como vídeos de sensibilização, treinamentos baseados em storytelling, checklists comportamentais, painéis de feedback estatístico e ferramentas de comunicação digital. O objetivo não foi implementar as ações, mas explorar possibilidades práticas de aplicação da abordagem comportamental ao contexto jurídico-penal. O estudo conclui que a ciência comportamental oferece ao sistema de justiça um campo fértil para inovação empática, prevenção de erros e fortalecimento do engajamento institucional.</p> <p style="font-weight: 400;"> </p>2026-06-30T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 VIGILANTIS SEMPER - Revista Científica de Segurança Pública - e_ISSN 2764-3069 | ISSN 2764-5908https://www.revista.pm.rn.gov.br/index.php/revista/article/view/175IMPLANTAÇÃO DO AUTO DE INFRAÇÃO AMBIENTAL NO BATALHÃO DE POLICIAMENTO AMBIENTAL NO RIO GRANDE DO NORTE.2025-06-09T12:54:36+00:00Denis de Azevedo Quirinodenisquirino04@gmail.comJoão Batista da Silvajbsbrown@yahoo.com.br<p>O artigo aborda a implantação do Auto de Infração Ambiental (AIA) no Batalhão de <br>Policiamento ambiental (BPAmb), da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte <br>(PMRN), destacando a importância dessa ferramenta para a preservação ambiental no Estado. <br>O estudo analisa a evolução legislativa que permitiu às polícias militares ambientais integrar o <br>Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), o que torna possível a esses órgãos a <br>competência em lavrar auto de infração ambiental. A pesquisa utiliza métodos de pesquisa <br>bibliográfica e documental para investigar experiências de outros estados brasileiros, como <br>São Paulo e Santa Catarina, que já implementaram o AIA em suas corporações militares. O <br>artigo propõe adoção de práticas semelhantes no Rio Grande do Norte, visando ampliar a <br>capacidade de fiscalização e repressão às infrações ambientais. Conclui ele que a implantação <br>do AIA, no BPAmb, pode fortalecer a gestão ambiental estadual, aumentar a eficácia da <br>polícia ambiental e contribuir para a sustentabilidade no território potiguar. O estudo sugere <br>também a necessidade de aprimoramento técnico e jurídico dos policiais para a efetiva <br>implementação do AIA.</p>2026-06-30T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 VIGILANTIS SEMPER - Revista Científica de Segurança Pública - e_ISSN 2764-3069 | ISSN 2764-5908https://www.revista.pm.rn.gov.br/index.php/revista/article/view/213O DESAFIO JURÍDICO-INSTITUCIONAL DA PROVA: O IMPACTO DOS RIFS NA EFICÁCIA DA RECUPERAÇÃO DE ATIVOS2026-05-08T12:24:34+00:00Espedito Vitor de Oliveira Júniorespeditovitor@hotmail.comMaristela de Figueiredomaristelatemp@gmail.com<p class="ABNT" style="margin-left: 34.0pt;"><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Aptos',sans-serif;">A globalização intensificou o intercâmbio entre organizações criminosas, resultando na expansão dos mercados ilícitos e na consolidação do crime transnacional, fenômeno que compromete a estabilidade econômica global via lavagem de capitais. Diante desse cenário, este trabalho analisa a influência e o impacto das informações contidas nos Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) do COAF, identificando pontos de otimização e estrangulamento no fluxo processual de rastreamento, bloqueio e destinação de ativos ilícitos no sistema de justiça brasileiro. A metodologia adotada é a revisão integrativa de literatura, que permitiu a sistematização de conhecimentos e o confronto de diferentes perspectivas teóricas, conforme a proposta de Whittemore e Knafl (2005). Os resultados revelam desafios ambivalentes nos campos legislativo e jurisdicional, evidenciando que a celeridade da inteligência financeira é frequentemente neutralizada pelo anacronismo do rito processual e pela insegurança jurídica na admissibilidade dos relatórios como prova. Conclui-se que a eficácia da recuperação de ativos depende de reformas que garantam a validade jurídica do intercâmbio de informações e a desvincularização do confisco da condenação penal definitiva.</span></p>2026-06-30T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 VIGILANTIS SEMPER - Revista Científica de Segurança Pública - e_ISSN 2764-3069 | ISSN 2764-5908https://www.revista.pm.rn.gov.br/index.php/revista/article/view/216PROTEÇÃO SOCIAL DOS MILITARES ESTADUAIS NO BRASIL2026-06-10T15:47:17+00:00Nazareno Marcineironazarenomarcineiro@gmail.comMarcello Martinez Hipolitomarcellomh@hotmail.comJoão Batista da Silvajbsbrown@yahoo.com.br<p>O presente artigo analisa o Sistema de Proteção Social dos Militares Estaduais no Brasil, com ênfase na realidade da Polícia Militar de Santa Catarina, à luz da Constituição Federal de 1988, da Emenda Constitucional nº 103/2019, da Lei Federal nº 13.954/2019 e da jurisprudência recente do Supremo Tribunal Federal, especialmente a ADI 6917 e o Tema 1177. O estudo parte da contextualização histórica da proteção social militar no ordenamento jurídico brasileiro, evidenciando a distinção estrutural entre o regime jurídico dos militares e os regimes previdenciários civis. A metodologia utilizada foi a revisão integrativa da literatura, mediante análise normativa, doutrinária e jurisprudencial, com levantamento bibliográfico em bases científicas nacionais e internacionais. A pesquisa buscou analisar os limites da competência da União e dos estados na regulamentação do Sistema de Proteção Social dos Militares, bem como os impactos das recentes reformas previdenciárias para os policiais militares catarinenses. Os resultados demonstram que o Sistema de Proteção Social dos Militares, no país, possui natureza jurídica própria, fundada nas peculiaridades da carreira militar, como disponibilidade permanente, hierarquia, disciplina e risco funcional. Verificou-se, ainda que, as unidades federativas e em especial Santa Catarina, enfrentam relevantes desafios normativos e institucionais, especialmente pela permanência de dispositivos estaduais incompatíveis com o atual modelo constitucional. Conclui-se pela necessidade de adequação legislativa estadual, visando assegurar segurança jurídica, sustentabilidade financeira e valorização profissional no âmbito da segurança pública.</p>2026-08-24T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 VIGILANTIS SEMPER - Revista Científica de Segurança Pública - e_ISSN 2764-3069 | ISSN 2764-5908